Reunidos em assemblelia, os trabalhadores da educação pública de Natal deflagraram greve na tarde desta segunda-feira (20). A paralisação começa na quarta (22). Mas, amanhã, os servidores já irão às escolas para informar à população as razões do movimento.
A professora e vereadora Amanda Gurgel (PSTU) acompanhou a assembleia e manifestou apoio aos educadores. Ela colocou o mandato à disposição da luta da categoria e criticou o prefeito Carlos Eduardo (PDT) por não respeitar os direitos dos trabalhadores, como o piso salarial, que é o mínimo. "O prefeito vive pedindo paciência, vive dizendo que não pode atender as reivindicações porque está no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Estranho. Quando foi para sancionar o aumento escandaloso em seu próprio salário e no dos vereadores, o prefeito não lembrou desta lei.", disse Amanda.
Os educadores lutam pela correção do piso salarial, reajuste de 34%, referente ao descumprimento do piso pelos governos passados, melhores condições de trabalho nas escolas e concurso público. Os professores também aprovaram uma moção de repúdio contra o prefeito Carlos Eduardo por ter aumentado a passagem de ônibus.
"A prefeitura isenta os empresários de pagar impostos, faz contratos superfaturados com empresas terceirizadas e ainda aumenta a passagem de ônibus. Ou seja, para os empresários, o prefeito dá tudo. Para os trabalhadores e a educação pública, nada. É hora de dar uma resposta.", destacou a vereadora do PSTU
A professora e vereadora Amanda Gurgel (PSTU) acompanhou a assembleia e manifestou apoio aos educadores. Ela colocou o mandato à disposição da luta da categoria e criticou o prefeito Carlos Eduardo (PDT) por não respeitar os direitos dos trabalhadores, como o piso salarial, que é o mínimo. "O prefeito vive pedindo paciência, vive dizendo que não pode atender as reivindicações porque está no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Estranho. Quando foi para sancionar o aumento escandaloso em seu próprio salário e no dos vereadores, o prefeito não lembrou desta lei.", disse Amanda.
Os educadores lutam pela correção do piso salarial, reajuste de 34%, referente ao descumprimento do piso pelos governos passados, melhores condições de trabalho nas escolas e concurso público. Os professores também aprovaram uma moção de repúdio contra o prefeito Carlos Eduardo por ter aumentado a passagem de ônibus.
"A prefeitura isenta os empresários de pagar impostos, faz contratos superfaturados com empresas terceirizadas e ainda aumenta a passagem de ônibus. Ou seja, para os empresários, o prefeito dá tudo. Para os trabalhadores e a educação pública, nada. É hora de dar uma resposta.", destacou a vereadora do PSTU

